O problema da ideia de preservar o patrimônio histórico é que na aplicação brasileira, o tombamento se torna uma prisão, travando o centro das cidades e tantas outras estruturas e forçando as pessoas a uma relação de submissão com prédios sem propósito. O passado é importante, mas isso não significa que devemos impor o passado. Lisboa possui leis mais liberais para o uso de prédios históricos, permitindo que seu interior seja modificado e que o prédio receba um novo propósito. Isso traz vida ao que era antigo. No Brasil o tombamento impede praticamente qualquer coisa, criando zonas mortas para todos os lados. Claro, o correto mesmo seria privatizar tudo. E mesmo assim, várias pessoas ainda dariam enorme valor ao passado e o preservariam. Do outro lado, aquilo que não tem mais função deixaria de ser um peso. O que vocês estão vendo nesse vídeo poderia ser Belém, Recife, Salvador, ou mesmo o centro de Curitiba ou partes de São Paulo. Que fique a lição. Apoiadores! Foxbit, a maior corretora de Bitcoins no Brasil Instituto Mises Brasil Urbe.me - Investimento imobiliário descomplicado Strobel e Santos - Emigração para Portugal
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