"Mapeei a dedo tuas sardas Contornei sem jeito tuas linhas Que te entregam e desvendam o melhor em ti Me perdi no céu das suas pintas Me encontrei no céu da tua boca Tu é labirinto, rua sem saída Me rendi a tua alma nua, vem cá Congela o teu olhar no meu Esconde que já percebeu Que todo meu amor é teu amor" (Fica, ANAVITÓRIA)
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