A AMOSTRA COM TENDENCIOSIDADE INTRODUZIDA Imagine um saco de feijão, algum preto e algum fradinho, só há uma maneira de sabermos quantos grãos temos de cada um: Contando-os. Entretanto, podemos achar aproximadamente quantos são pretos, de maneira bem mais fácil? Apanhando-se um punhado do saco, e contando só os grãos do punhado, considerando que a proporção seja a mesma no saco inteiro. Se esta amostra for bastante grande, e escolhida adequadamente, representará o todo suficientemente, para a maior parte das finalidades. Caso não seja, a amostra poderá ser menos acurada que uma adivinhação. A triste verdade é que as conclusões de tais amostras, tendenciosas, ou muito pequenas, (ou com ambos os defeitos), encontram-se atrás de muitas das informações que lemos, ou que acreditamos conhecer. Quando lemos e avaliamos um artigo científico temos que responder as seguintes questões: 1) A amostra é representativa? 2) A amostra é precisa? Caso o artigo não tenha essas respostas, torna-se bem claro que a amostra utilizada não é capaz de representar a média da população estudada. Um conselho: Experimente dar esta espécie de segunda olhada nas coisas que ler. Você poderá evitar aprender um monte de coisas que não existem. Não esqueça que a fidedignidade de uma amostra pode ser destruída com a mesma facilidade, tanto pelas fontes ocultas de tendenciosidade, quanto pelas fontes visíveis. Isto quer dizer que mesmo que você não consiga descobrir uma fonte de tendenciosidade patente, permita-se um certo grau de ceticismo sobre os resultados, enquanto houver possibilidade de tendenciosidade em algum lugar. média. Se você gostou, marque 2 amigos, curta, comente e compartilhe.
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