Inicialmente, ressalto que é muito provável que minhas opiniões sejam distintas daquelas de muitos de meus leitores. Pelo menos neste momento inicial. Cabe lembrar, contudo, que a divergência é um dos fundamentos da democracia - defendida tanto por mim, quanto por meus interlocutores (assim espero, hein, pessoal?!). Por isso, achei interessante trazer aqui essa publicação de um deputado que não admiro e uma revista que admiro menos ainda (embora acompanhe, como todo bom leitor interessado por política deve fazer mesmo com aquele conteúdo que julga impertinente). Ora, primeiro de maio histórico para a democracia? Ou para a ideologia daqueles que tentam se apropriar do termo? O deputado Paulo Pimenta, que escreve o texto, em algum momento questionou a origem fascista da CLT brasileira? Ou para ele a inspiração em legislações de Mussolini é a plena demonstração de um caráter democrático? Pior ainda, será que o deputado, articulista da revista, defendeu o fim da contribuição obrigatória dos trabalhadores aos sindicatos quando esse tema estava em discussão? Concordo com ele que o 1º de Maio foi Democrático. Só não sei se o deputado também é.
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