É interessante notar que dentro do próprio PSL há lideranças que não concordam com uma política economicamente mais liberal, o que, além de criar rupturas internas, também possibilita que nomes alheios ao governo se aproximem da equipe ministerial de Bolsonaro. Se por um lado isso é muito bom pro país (por romper um pouco a tradicional "politicagem" brasileira e privilegiar aqueles que de fato acreditam em suas bandeiras), por outro, parte do Partido do Presidente parece estar incomodado. Ora, vejamos o caso do deputado do Novo, citado pela reportagem: um "forasteiro", de primeiro mandato como deputado federal articulando e possuindo toda essa voz dentro da gestão? Realmente ainda não sei as repercussões que isso pode gerar, mas espero que pessoas "de fora", como Van Hattem, continuem contribuindo com suas ideias e trabalho - sem, para isso, pedir cargo lá e aqui. O PSL tem muita gente que, além de não ter capacidade legislativa nenhuma, apenas "embarcou" no barco pra tentar pegar a onda de Bolsonaro na eleição passada. Se assim for, que deixem os "de fora", que sabem e têm conhecimento de causa das bandeiras que defendem, fazer o trabalho.
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