Esse tipo de situação corrói as finanças de diversas administrações públicas no Brasil. Foi dito que "a prefeitura de Belo Horizonte" PBH economizou, num cruzamento de dados com o Sistema Informatizado de Controle de Óbito (Sisobi), do governo federal, R$ 9,8 milhoes nos últimos dois anos, ao descobrir 300 servidores inativos que haviam morrido mas continuavam recebendo benefícios da previdência municipal. No geral, as 330 fraudes e inconsistências descobertas pela Secretaria Municipal Adjunta de Gestão Previdenciária, do Planejamento, geraram uma economia de cerca de R$ 11 milhões desde o início da gestão de Alexandre Kalil." Agora imagine o acumulado em décadas que poderia ter sido economizado dos cofres públicos e do bolso do contribuinte, se somente nos últimos anos a economia já foi milionária assim? Imagine ainda, em outros municípios mineiros e brasileiros? Esse cruzamento de dados é extremamente necessário e deve ser feito visando um tratamento mais responsável e honesto com o dinheiro do contribuinte.
0 comments
0 comments