De Lula a Bolsonaro: onde vamos parar com nosso debate político, marcado por fanatismos e por paixões a lideranças que representaram projetos personificados de poder? “A que nível desceu o debate político. O Brasil não se envolve mais em discussões sobre plataformas, soluções, caminhos a seguir. Nada construtivo. Prefere o xingamento entre facções distintas nesse embate polarizado, à direita e à esquerda. Seus proeminentes líderes atiçam e participam ativamente do bate-boca. Eles próprios estabeleceram assim o nível rastaquera, invariavelmente rude e ignorante da luta ideológica.” Não podemos aceitar um país divido entre duas vertentes, entre duas lideranças. Há mais que isso no Brasil. Há pensamentos políticos de qualidade a serem discutidos, analisados e até aperfeiçoados com o apoio da sociedade. Porém, enquanto nos mantivermos reféns a fanatismos e paixões político-partidárias, o Brasil permanecerá sem evoluir e desenvolver a participação e interesse da população na tomada de decisões junto de nossos representes.
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