O Alzheimer é uma doença triste e complicada de lidar, não só para a pessoa que a possui, mas para toda a sua família. Um dos grandes obstáculos de tratamento para essa enfermidade estaria no diagnóstico precoce. O começo do Alzheimer se assemelha a várias outras patologias mentais e, atualmente, o sistema convencional utilizado para apontar a probabilidade da doença demora de 15 a 20 horas para dar um diagnóstico. Esse aspecto seria super importante, porque um cérebro pouco afetado corresponde melhor a recursos terapêuticos do que um cérebro em estágio avançado de Alzheimer e, quando você trata o paciente com medicamentos desde o começo, a doença avança mais devagar. Mas pesquisadores da Unicamp já estão trabalhando para solucionar este problema! Foi desenvolvido um método inédito para identificar os primeiros sinais do Alzheimer. A tecnologia foi desenvolvida pelo Instituto de Computação da universidade, em parceria com o Instituto Nacional de Saúde, dos Estados Unidos. A técnica analisa ressonâncias magnéticas para criar um sistema de inteligência artificial capaz de apontar quais áreas do cérebro estão em fase inicial de Alzheimer. Esse sistema demoraria só de 10 a 15 minutos para fazer um diagnóstico eficiente. No momento, os pesquisadores estão em busca de parcerias para que a nova ferramenta seja utilizada por meio de software e possa ser instalado nos consultórios médicos e laboratórios.
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