Sabe-se que o papel do Estado, inclusive o da norma jurídica, sempre é pauta de questionamento para os defensores do clássico liberalismo econômico. Após o Decreto sobre Armas de Fogo, o mercado financeiro já respondeu com valorização da ação da Taurus, que nada mais é que uma empresa brasileira de armas de fogo. O fluxo de capital no mercado financeiro é determinado basicamente pela informação, que se torna a variável chave na compra ou venda de um determinado ativo. A ação especulativa do investidor à procura de maiores retornos. A valorização da ação dessa empresa reflete a expectativa do investidor no que tange à resposta do mercado de armamento e munição brasileiro frente ao Decreto publicado. Sabe-se que esse mercado tende à expansão, a partir do aumento da demanda pelos aparatos bélicos. Diante disso, observa-se a alavancagem de um mercado, que reflete a falta de sabedoria de uma nação, que visa combater a violência, com mais violência. Com toda certeza, o que falta é a educação.
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