A agenda do poder executivo, no que tange austeridade fiscal segue em pauta, ou seja, ao colocar em prática uma política fiscal contracionista, anunciando novos cortes no gasto público. Segundo declarações oficiais, a revisão para baixo do crescimento do Produto Interno Bruto PIB é o fator determinante para o contingenciamento das despesas públicas, haja vista a necessidade de se promover a redução do déficit fiscal estimado para o ano corrente. É válido ressaltar que o nível de expansão da economia global possui previsões de quedas, o que não coloca o Brasil isolado nessa estatística. Sabe-se que em economia existe o efeito multiplicador da renda, o que na prática representa que 1 unidade monetária de renda ou despesa aplicada tem seu efeito multiplicado a nível do produto/ despesa global gerados. Nesse cenário, pode-se afirmar que o executivo tem como objetivo reduzir o Estado ao mínimo, de modo a aguardar que o investimento produtivo e estratégico na economia global seja realizado pelos agentes privados, doméstico ou estrangeiro.
0 comments
0 comments