O endividamento das famílias tem alcançado o maior patamar desde 2015, o que por ora surge como mais um impasse para a retomada do crescimento econômico. Essa realidade reflete uma conjuntura econômica caracterizada pela elevada taxa de desemprego, uma vez que os agentes econômicos possuem menos renda para consumo, pelo contingenciamento dos gastos da administração pública, cuja pauta é o superávit primário, dada necessidade de se honrar com a dívida pública e pela escassez de investimentos produtivos. Nesse cenário, a política econômica visa expandir o nível de produção e consumo da econômica, basicamente a partir da implementação de uma política monetária expansionista, a partir da manutenção da taxa de juros Selic em 6,5%, de modo alavancar o consumo das famílias e empresas. O desafio na eficácia dessa política perpassa as questões da geração de renda e emprego, da alocação de renda para redução da taxa de inadimplência e da retomada do consumo.
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