O mundo contemporâneo traz inerentemente consigo a necessidade de mudanças políticas, econômicas e sociais. A política econômica ortodoxa também torna-se alvo de críticas, haja vista que a sua implantação e implementação determina ações de Estado que já não atendem aos interesses sociais, de acordo com a necessidade dos agentes econômicos, de modo mais pluralista. Essa política clássica pauta-se no controle da disponibilidade de moeda nas economias, de modo a assegurar ciclos de expansão e contração do nível de atividade econômica, tudo isso considerando o controle da taxa de inflação, e utilizando-se da manipulação da taxa de juros como a variável determinante. A Teoria Monetária Moderna, proposta por Wray, surge como alternativa ao defender que o Estado não precisa acumular dívida, uma vez que é monopolista na emissão de moeda. Governo soberano. “Um governo soberano simplesmente não pode ficar sem dinheiro porque é o responsável pela emissão de moeda e pode endividar-se quando ela lhe faltar. O gasto público é defendido em áreas que não tenham esgotado totalmente sua capacidade. Investimento de alto impacto social. A austeridade fiscal não deve ser a norma.
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