Diante de uma conjuntura de baixo crescimento econômico, recessão iminente, observa-se no cotidiano brasileiro das nossas capitais, os mais variados efeitos dessa “crise da nona economia do globo terrestre, dados de 2018 do Banco Mundial". O trabalho informal se multiplica e a atividade dos catadores de materiais recicláveis aumenta. A atividade assegura uma renda mínima aos mais vulneráveis nesse contexto. Tal fato, segue associado à redução do “lixo", ou seja, como o nível de consumo das famílias encontra-se reduzido, dada às implicações do desemprego e consequentemente da menor renda em circulação, o mercado de material reciclável sofre reflexos, desde o aumento do número de catadores, o que leva ao aumento da competição entre eles e a redução do faturamento entre os cooperados, já que chega menos material às cooperativas. O mercado de materiais recicláveis torna-se um termômetro dos ciclos de recessão da economia, não sendo consequência de um maior comprometimento com a questão do desenvolvimento econômico sustentável.
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