Diante das tensões comerciais, geopolíticas , entre os Estados Unidos da América EUA e a China, que surgem a partir dos conflitos de sobretaxas, barreiras comerciais, subsídios e outras práticas protecionistas, que não correspondem ao Liberalismo econômico de mercado, o vice presidente brasileiro vai a Pequim, com o intuito de elevar o patamar das relações entre Brasil e China. A atual pauta diplomática brasileira, interesse do presidente Jair Bolsonaro, visa alinhar-se aos EUA, em contrapartida o vice-presidente assume a missão de estabelecer comércio junto à segunda potência econômica do globo terrestre. Em suma, a conformação da geopolítica brasileira, em termos locais e mundial, segue refletindo a polarização política do Executivo. O país precisa assumir uma direção no mercado global. Em termos econômicos, o alinhamento da potência brasileira à China, fortalecendo inclusive os BRICS, logrará resultados positivos à nossa economia, via investimentos externos diretos, parcerias de investimentos e mercado de commodities, haja vista a expressão desse mercado.
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