Embora eu considere que o texto foi EXTREMAMENTE parcial por ter ignorado que em Eleições passadas, vencidas por partido apoiado pela revista, aconteceram as mesmas coisas, ele é interessante por mostrar - ainda que ingenuamente como se isso fosse apenas de um lado - que os pleitos no Brasil (e talvez no Mundo inteiro) são decididos e marcados pela emoção ou, como prefere o autor, pelo afeto. "Bolsonaro não foi eleito por um conjunto de propostas bem elaboradas e fundamentadas, os outros candidatos tinham programas de governos mais embasados, porém, com seus jargões “vou acabar a mamata”, “vamos mudar isso que está aí, taokey?” e programa de governo no power point, dialogou com a população de forma compreensível e para além das razões, essa eleição foi disputada pelos afetos, podemos avaliar que não foram com os sentimentos mais belos e sim com o medo que hoje é generalizado, com a desesperança crescente cada vez mais em relação à política e com o ódio sempre presente na sociedade brasileira. Mas sem dúvidas essas eleições não foram vitoriosas pela razão e sim pelos afetos".
0 comments
0 comments