Grande parte do discurso público e da comunicação passa pelas gigantes da tecnologia. Google, Facebook, Amazon. Empresas privadas que podem atuar no controle e estrutura de suas plataformas sem depender de aprovações dos usuários ou órgãos externos. É a natureza do negócio. Vinte anos atrás esse era um cenário no mínimo improvável, e com o ritmo das mudanças ainda não tivemos essa conversa. Quais as vantagens e desvantagens desse novo modelo de comunicação por vias privadas? Até onde vão os limites do poder permitido a essas empresas? É possível confiar apenas em esforços privados para evitar abusos? Independente das respostas a que essa conversa chegue, ela precisa acontecer. Pra ontem.
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