A premissa é simples: toda mulher deve ter informação e fácil acesso aos métodos contraceptivos básicos. Nos Estados Unidos, no entanto, existem algumas barreiras para que as mulheres consigam comprar pílulas anticoncepcionais - que só podem ser adquiridas com prescrição médica. Mas nem todo mundo consegue ir ao médico mensalmente, seja por distância, condição financeira ou até mesmo por falta de organização. Em alguns estados americanos, inclusive, existem os chamados “contraception deserts” - locais onde a saúde da mulher é tratada de maneira escassa e faltam muitos recursos. Sem contar que o sistema de saúde público em geral no país já é um problema, né? Pensando em formas de facilitar a compra de anticoncepcionais, o número de empresas que oferecem um serviço online de consultas e venda de pílulas a preços mais acessíveis está crescendo a cada ano. Claro que esse sistema não consegue cobrir 100% dos casos e muitas mulheres ainda não conseguem sequer ter acesso à internet, sequer à métodos contraceptivos. Mas a novidade trouxe muito mais autonomia no processo e é apoiada por grandes organizações como a “Free The Pill”, que trabalha para facilitar a venda de métodos contraceptivos nos EUA e a Organização Nacional de Obstetras e Ginecologistas.
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