O destaque da economia brasileira nível global, em termos da tamanho, não é novidade, ocupamos a nona colocação no ranking de maior Produto Interno Bruto PIB em 2018. Segundo o Instituto Internacional de Finanças IIF, no período de 2015 a 2018, o país foi o que mais recebeu fluxo de investimento estrangeiro direto IED, dentre as economias emergentes do mundo. Esse fluxo é mensurado em termos do PIB, ou seja, IED descontados os lucros reinvestidos. Merece destaque, segundo o Instituto, o fato desse investimento ser uma fonte mais externa e mais estável de financiamento. A atratividade para esse tipo de capital deve-se em grande parte a ausência ou pelas reduzidas restrições às repatriação desses rendimentos. Em síntese, dada a carência de investimentos domésticos e a demanda reprimida, associada a levada taxa de lucro dos projetos, existentes nos diferentes mercados determinam a viabilidade dos IEDs. O país é carente de investimentos produtivos e os atrai, haja vista os retornos elevados que são exigidos.
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