Como diz o velho ditado popular, nem tudo são flores. Ouvimos, nós residentes dos países subdesenvolvidos e dos emergentes, demasiadamente sobre os problemas da extrema pobreza e da pobreza, e suas implicações nas economias que ainda não atingiram um nível de desenvolvimento econômico e social, principalmente no que tange ao bem-estar como uma realidade social e coletiva, de domínio público. O outro lado da moeda, ou seja, a extrema riqueza tem condicionado o Vale do Silício a três problemas. A região tem assistido o crescimento da desigualdade, o aumento do custo de vida e ao fenômeno chamado gentrificação. Na prática, observa-se que a desigualdade de renda aumentou entre os profissionais da tecnologia e o restante das pessoas. O aumento do custo de vida na região aumentou no mercado imobiliário, compra e locação, e no setor de serviços, o que tem aumentado a busca por alternativas na região periférica do Vale. E o processo de gentrificação é o fenômeno, no qual a população local é “expulsa” após a chegada dos negócios e do dinheiro. Nem tudo são flores. O caminho do meio, comprovadamente é a melhor via. Sem os extremos.
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