De acordo com uma pesquisa do Bank of America, realizada em 2015, o desejo de se manter conectado o tempo todo é tão grande que 71% das pessoas dormem com o smartphone ao seu lado. E mais, não só mexer no celular é a última coisa que fazem antes de dormir, também é a primeira quando acordam - antes mesmo de levantar da cama (30%), tomar café (17%) e escovar os dentes (13%). A questão que, aparentemente, ninguém sabe responder é o quanto isso pode fazer mal pra gente. Os efeitos na nossa ansiedade e insônia são comprovados - existem até aplicativos que neutralizam as cores e brilho na tela do aparelho para que o usuário possa utilizá-lo antes de dormir sem afetar o sono. Mas e a radiofrequência do seu smartphone? Será que pode ser prejudicial ao seu cérebro ou sua saúde em geral? Diversos estudos relacionam o uso do celular com casos de tumor no cérebro, pescoço e até alterações na tireóide, mas nada foi comprovado. Um dos motivos da dificuldade de se fazer um estudo como esse é dificuldade em acompanhar a velocidade com que a tecnologia avança. Os últimos estudos realizados relacionando celulares com incidência de câncer tiveram os dados coletados enquanto todo mundo ainda usava celulares dos anos 2000 - que utilizavam tecnologia 1G - hoje, já estamos evoluindo para a 5G.
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