Diante dos cenários nacional e global de queda nas expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto PIB, segue o governo federal implementando os contingenciamentos de recursos orçamentários, cujas ações se concentravam em áreas estratégicas e de elevado impacto para a economia brasileira. Austeridade fiscal é a panaceia que alavancará nossas taxas de crescimento econômico futuras. O modelo de governo escolhido democraticamente no último pleito eleitoral baseia-se na redução do tamanho do Estado, ou seja, o tão defendido estado mínimo, aquele que nasceu no mundo moderno, hoje é a solução para os nossos anseios enquanto cidadãos, em uma sociedade de Estado Democrático de Direito EDD. Observa-se que a política de cortes em curso atinge as ações do governo em áreas carentes de investimentos, cujos prazos de saturação são de médio e longo prazos. Em suma, os investimentos de maiores impactos sociais e elevado efeito multiplicador sobre a matriz de insumo-produto, que por ora impactam o nível de produção da economia e estruturariam o desenvolvimento econômico e social do país, já não refletem uma frente de atuação do governo. As ações focalizam o retorno imediato. Os indicadores de mercado precisam melhorar, para quem?
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