A Bolsa de Valores, B3, atingiu a marca de 1 milhão de pequenos investidores em Abril de 2019. O investimento em ações, empresas de capital aberto, tem atraído o interesse de novos investidores, sendo eles pessoas físicas e jurídicas. Os títulos negociados em bolsa representam a fração do capital de uma empresa, o acionista torna-se sócio de um negócio. Os agentes econômicos diante do risco, inerente a qualquer tipo de ativo: financeiro, monetário e real, assumem diferentes posturas (Hedge/ Defensiva, Especulativa e Ponzi) em busca de retornos vantajosos. A abertura de capital de uma empresa, em linhas gerais, é uma via para o financiamento de negócios, o que contribui com a atividade econômica e financeira do país. Esse tipo de investimento, renda variável, na maioria das vezes é alvo de interesse do investidor especulativo, haja vista a liberdade na gestão da carteira de ativos, comprar e vender ações, em busca de maiores rendimentos, inclusive seguindo critérios próprios. Em suma, os riscos nesse tipo de investimento podem ser minimizados a partir de análises fundamentalistas que subsidiam a tomada de decisões dos agentes econômicos, sendo as possibilidades de retorno maiores. A bolsa é uma frente de investimento que pode ser bem lucrativa, basta apostar em negócios, não especulando cegamente.
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