Ao acompanharmos os noticiários econômicos, que nos últimos dias endossam o acentuado pessimismo sobre a economia brasileira, constatamos que política e economia possuem uma relação intrínseca, haja vista que o cenário político de uma nação é uma variável determinante na tomada de decisão dos agentes econômicos no curto, médio e longo prazos. A economia divide-se em dois ramos principais: microeconomia e macroeconomia. A microeconomia trata do comportamento das unidades econômicas individuais, ou seja, dos agentes como as famílias, empresas e governo. Em contrapartida, a macroeconomia trata das quantidades econômicas agregadas, como o crescimento econômico, taxa de juros, desemprego e inflação (PINDYCK, 2013). Diante dessas observações, concluímos que a determinação das políticas econômicas, fiscais e monetárias, nascem da pauta e do interesse político. Tais fatos justificam a necessidade de participação da sociedade no acompanhamento da vida política, principalmente em um contexto de estado democrático de direito. Somos atores sociais de extrema relevância na formulação dessas políticas públicas, dada a amplitude alcançada por elas em nossas vidas, devemos sim assumir o nosso protagonismo nesse processo.
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