A economia da cultura e do turismo movimenta elevadas cifras em todo o globo terrestre, haja vista que ao redor do mundo, símbolos são eleitos, tanto pelo tempo quanto pelos fatos Históricos. Diante disso, eles se tornam demandados, nem que sejam por segundos de contemplação e experiência, atendendo àquela expectativa do consumidor, cujos estímulos hoje em dia são globalizados, teorizada pela microeconomia. O consumo desses serviços, pelos agentes econômicos, pode tornar-se mais expressivo na composição de seu nível de atividade econômica, como é o caso de Paris. A partir dessas considerações que perpassam os conceitos da macro e da microeconomia, imaginemos o Louvre, aquele mesmo localizado na Cidade Luz, de portas fechadas. Imaginemos ainda, que o fato desencadeador para tamanha manchete é o esgotamento de seus funcionários que, ao lançaram mãos de licenças em massa, apontam para a falta de recursos e reforços, que comprometeram a atividade meio, por ora indispensável para essa visitação em massa, que em 2018 atingiu 10 milhões de pessoas. Tal fato evidencia o esgotamento do fator de produção trabalho, a necessidade de investimentos continuados em pessoal e tecnologias. Consideremos ainda a tragédia envolvendo Notre Dame. Aproveito o ensejo para questionar se o capital seria capaz de, diante disso, justificar a terceirização desse serviço, em um dos berços do sindicalismo cultural vigoroso? Ou esses funcionários apenas se inspiraram nos colegas da Airfrance, ao descobrirem o impacto econômico do seu ofício para a economia do país?
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