O embate comercial entre as gigantes economias do globo terrestre, Estados Unidos da América e China, tem influenciado o fluxo de capital entre as principais praças financeiras do mundo, haja vista a aversão ao risco e às ondas especulativas à procura dos elevados retornos financeiros. Sabe-se que o mercado financeiro é integrado, nesse atual estágio do capitalismo, a nível mundial e vive à mercê da tomada de decisão dos agentes econômicos, que seguem em especulação contínua. A guerra comercial em curso está fundamentada na geopolítica de cada nação, uma vez que justifica-se pela preservação dos seus respectivos mercados. Há risco de desaquecimento global, dado que consequentemente as potências terão reduzidos os níveis de produção diante do clássico protecionismo, ao lançar mão das barreiras alfandegárias e comerciais. Os efeitos são gerais, mas no curto prazo o Brasil pode ser beneficiado, segundo especialistas, dada a sua capacidade de oferta no mercado das commodities, ou seja, na exportação de gêneros agrícolas e de manufaturados, para esses mercados de consumo. A partir dessas considerações a neutralidade tende a ser mais vantajosa para os nossos mercados.
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