Felizmente, sempre somos surpreendidos positivamente aqui no Brasil. Diante de todo o potencial nacional, podemos afirmar que ainda é pouco. A boa notícia de hoje é a manchete de que o “Brasil tem três escolas de negócios entre as melhores do mundo”. É notório todo o potencial qualitativo da nossa economia, no mundo dos negócios, haja vista que o país ocupou a 9ª posição entre as maiores economias do mundo, com base nos dados do Banco Mundial de 2018. Diante disso, constatamos que determinados fatos podem ser muito bem explicados, no mundo econômico e devem ser objeto de análise, de modo a fomentar ganhos em outras áreas do conhecimento e atender às muitas demandas da economia brasileira, no que tange à geração de conhecimento, às pesquisas e ao desenvolvimento de novas tecnologias pautadas na sustentabilidade, em observância às especificidades da nossa economia, por ora caracterizada majoritariamente pela riqueza natural (terra, insumos, recursos naturais). O mérito dessa notícia deve ser dado à capacidade do setor privado e ao empresariado, que tem o país como centro de interesses e investimento. A capacidade de aglutinar profissionais de excelência na gestão de negócios, ou seja, mobilizando e gerando capital humano também deve ser enaltecida. Aproveito o ensejo para defender também a educação pública em todos os níveis, já que o avanço do país na geração do conhecimento não deve ser atribuição exclusiva do setor privado ou do setor público, pois não devem alinhar-se como concorrentes mas sim estrategicamente, dada a área e os interesses no curto, médio e longo prazos. O Brasil é imenso, as nossas demandas também. O brasileiro precisa tomar sua parte nesse processo de avanços na geração de conhecimento, estudando e fazendo ciência.
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