Engraçado, na maior economia capitalista do mundo observamos que as gigantes empresas do setor de tecnologias (Facebook, Google e Amazon) tiveram tanta liberdade econômica, que serão alvo de uma investigação para avaliar se houve a formação de monopólios. A economia que mais vende o discurso em prol da desregulamentação dos mercados, evidencia ou não, “eficiência” na alocaação de recursos, ao criar as gigantes. A ação regulamentadora do Estado em defesa da concorrência atua no sentido de corrigir as ineficiências alocativas, que por ora tendem a concentrar renda e riqueza, centralizando poder no mercado, basicamente. Os consumidores nesse sentido, tornam-se alvo dos abusos econômicos e financeiros, na precificação dos bens e serviços ofertados. Não há competição. trata-se de uma situação de concorrência imperfeita. Essa informações foram suficientes para determinar a movimentação dos ativos financeiros dessas empresas, negociados na Bolsa. De antemão, segundo a matéria, “as atividades dessas gigantes tecnológicas significa um desafio conceitual à Lei Antimonopólio", já que não são tão claros os prejuízos aos consumidores. Mas é válido ressaltar que elas trabalham com as valiosas informações pessoais que recebem, atuam fortemente no marketing em rede, o que é suficiente para elevarem o custo desse serviço, socializando-o a nível mundial, inclusive.
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