Parece que a maior economia do mundo, os Estados Unidos da América, cujo presidente foi democraticamente eleito the Sherrif Donald Trump, encontrou o caminho para se impor ideologicamente ao restante do mundo, na verdade não houve a reinvenção da roda, ele simplesmente irá atuar na esfera do comércio, declarando guerras comerciais àquelas nações que representam um gargalo às suas intenções de dominação geopolítica. “O anúncio do aumento de tarifas por parte dos EUA coloca o México diante de um precipício econômico” (CULLELL, 2019). Tal fato, suscita uma onda de incerteza no setor privado, riscos queda no investimento e na produção industrial, o que seria determinante para a deixar o país em recessão. Fica evidente o efeito econômico das expectativas dos agentes a partir desse anúncio, por ora justificado pela expressiva participação das exportações americanas em setores estratégicos para a economia mexicana, como o industrial. A economia que defende o clássico liberalismo econômico e o livre comércio, assume o protagonismo nas práticas protecionistas e nas barreiras tarifárias, em prol do seu interesse à frente da economia americana, que com relação ao México exprime-se principalmente no sentido de combate aos fluxos migratórios que utilizam a região como rota. Afinal de contas, ele venceu as eleições discursando acerca da construção de um muro entre os países.
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