A realidade do controle inflacionário e a sua ética do tradeoff O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE informa que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo IPCA desacelera alta, ao assumir o seu menor patamar, para o mês de maio, desde 2006. Diante disso, aproveito o ensejo para fazer algumas considerações, que inicialmente exigem uma análise mais sistêmica, no que tange a controle inflacionário. As análises macroeconômicas são de suma importância nas avaliações conjunturais dos mercados, uma vez que são feitas em termos de forças e tendências, que determinam a orientação da economia no curto, médio e longo prazo, e subsidiam a tomada de decisão pelos agentes econômicos. A combinação da política monetária implementada pelo Banco Central do Brasil, com a taxa Selic em 6,5 %, associada ao nível de produção econômica quase estagnado (são 13 milhões de desempregados e marginalizados na sociedade de consumo). Essa narrativa da nossa conjuntura, por ora evidencia o porquê da redução da nossa taxa de inflação, já que esse volume de desempregados está marginalizado e excluído da sociedade de consumo (inclusive é reflexo da elevada taxa de inadimplência).
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