_Como já foi dito no último post, as convenções sobre o que se pode ou não vestir em determinados eventos sociais já não resiste mais. Em tempos de pura inovação e criatividade, tanto dos estilistas quanto dos consumidores, a única regra que parece perdurar é aquele velho chavão do Tim Gunn em “Project Runway”: “make it work!”. Se muito do estilo próprio vem da nossa personalidade, é ela o principal combustível para dar a famosa “segurada no look”. Quanto mais à vontade nos sentimos em nossa própria pele, mais conseguimos transparecer isso não só nas nossas roupas, mas na atitude ao usá-las._ _Porque a verdade é que, ainda que para os mais arrojados isso tudo seja um passado distante e a regra é não ter regras, muitas pessoas que estarão compartilhando o ambiente com aquela pessoa podem discordar e, como o mundo é mundo, tentarem fazer com que alguém se sinta mal por não se enquadrar na “estética adequada”. Para esses casos, hoje tem duas dicas para ajudar gregos e troianos. Se você acha que não cabe a Sophie Turner usar calça jeans no tapete vermelho eu digo “quem julga não tem tempo para amar”, e se você queria ser a própria Sophie eu digo “vai, e arrasa”._
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