O desemprego no Brasil segue aumentando, ou se mantém estável mês após mês em 2019. A partir do final do governo Dilma, que atingiu a marca de menor desemprego pós redemocratização do Brasil, colocando o país em condição considerada de "emprego pleno", sentiu o peso do golpe na dinâmicas de geração e manutenção de empregos. (https://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/01/politica/1435762703_020877.html) As soluções apresentadas pelo governo Temer estavam vinculadas a atacar as leis trabalhistas, com a desculpa que uma reforma das mesmas geraria diversos empregos e melhores condições para os empresários. Ele não estava mentindo por completo. As condições melhoraram sim para os empresários, mas de forma alguma garantiram a criação de novos empregos. O Brasil caminha para a criação de mais empregos informais, em especial os vinculados às novas ondas de aplicativos, como Uber, Cabify, Rappi. Esse tipo de serviço, que não tem nenhuma garantia pro trabalhador, gera grandes prejuízos na saúde desses sujeitos, que tem seu lucro associado uma rotina desgastante de trabalho e ainda sofrem com a insegurança de poder sofrer um acidente, por exemplo. Precisamos repensar os caminhos para a geração de emprego, de forma sustentável e que não seja violenta e insalubre para os trabalhadores brasileiros.
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