Visando coibir fraudes no Instituto Nacional de Seguridade Social INSS, foram incluídas duas emendas à Medida Provisória MP 871, impedindo os bancos e promotores comerciais de ofertar empréstimo consignado a aposentados do setor privado. O produto poderá ser contratado pelo beneficiário, mas as Instituições ficam impedidas de divulgá-lo (o produto não será divulgado massivamente, mas sim individualmente), o que segundo dirigentes do setor poderá inviabilizar essa linha de crédito. É válido ressaltar que essa modalidade é a de menor custo para o beneficiário, haja vista que o empréstimo é descontado em folha, tendo nesse caso uma inadimplência baixa. A motivação para essas emendas perpassa questões como marketing abusivo e insistente a esse público, além de proibir a venda e o vazamento de dados sigilosos por meio de entidades ligadas à previdência (essa com certeza é uma grande motivação para a ação regulatória do Estado, principalmente na era da informação e essas com certeza alimentam muitas fraudes).    Com certeza esse público torna-se alvo fácil desse mercado e essa medida pode tornar o atendimento mais individualizado, o que de fato pode mitigar fraudes e assédios. Observamos nesse caso, as implicações práticas da regulação promovida pelo Estado, que nesse caso por mim está bem fundamentada.
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