Entre a história e a poeira que se transforma eternamente, a humanidade caminha. Contido em microespaços de poder e dever, cada indivíduo processa seu reflexo fenomenológico, metafisico,dialético, psiquico, histórico. Imaginário, por que não? Cada vez mais virtual, o cotidiano é entendido, respondido, criado e representado talvez até sentido. Esse reflexo, propagação de onda, até quântico, é e não é uma faculdade mental. Se aceita, um arquétipo talvez, se não um extenso conjunto de distanciamento da realidade, um processo de alienação do 'eu'. Não tenho dúvidas quanto ao que o meio produz no individuo; identidade auto percebida no minimo,aceita é outro caso. Essas notas mentais eram registradas de forma muito atenciosa e devotada. Apesar de estar bem adaptado à sua recente aposentadoria, o senhor Eduardo não gostava de acreditar em sua utilidade para a sociedade, ou mais provavelmente, em sua posteridade.
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