Umas semanas atrás nós conhecemos a Beluga que foi acusada de ser usada como espiã russa, lembra? (https://www.sparkleapp.com.br/s/138918/russia-pode-estar-recrutando-b?trackId=129150) Bom, apesar de parecer novidade, essa não é uma prática tão nova. Desde a década de 1960, a Marinha dos EUA vem treinando golfinhos para detectar minas e ajudar a resgatar nadadores perdidos. Além disso, outros animais como ratos e pombos já foram utilizados como ~~objetos de escuta~~. As criaturas vivas reagem de várias maneiras à presença de veículos. Uma das mais familiares é o fenômeno da bioluminescência - alguns organismos marinhos brilham quando perturbados. Alterações de comportamento são um indicador importante de que potenciais intrusos podem estar por perto. Por exemplo, os camarões-pistola, encontrados em todo o mundo em águas rasas nas latitudes inferiores a 40 graus, juntam suas garras continuamente, criando um sinal sonoro constante que repele os objetos ao redor. Tal como acontece com os sistemas de sonar convencionais, a medição do tempo necessário para o retorno do sinal sonoro e sua intensidade podem revelar o tamanho, a forma e a distância dos objetos submersos.
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