Pelo visto muitos núcleos de tensões estão surgindo no cenário internacional ao envolver os principais atores globais. Na verdade, nesse enredo há um protagonista, chamado Estados Unidos da América EUA, que a partir de pautas comerciais tem acirrado enfrentamentos em distintos mercados pelo globo terrestre.  A mais nova situação envolve o chamado Estreito de Ormuz, canal que conecta o Golfo Pérsico e o Oceano Índico, sendo uma das principais rotas de comércio (mais de 30% da produção mundial de petróleo é escoada por ele). O fato em questão foi um acidente geográfico na Costa do Irã, que é a maior arma desse país, em seus embates com os EUA. Basicamente o estopim para esses eventos partiu de uma pauta geopolítica entre ambas potências (Em 2018, os EUA anunciaram a saída do acordo nuclear assinado com o Irã e a determinação de sanções ao país do Oriente Médio), que por ora tem uma economia dependente da atividade petrolífera. É válido ressaltar que qualquer coisa que aconteça nessa região, reflete no preço da gasolina (uma vez que determina a redução da oferta do combustível no mercado global) e na economia do mundo todo (haja vista que esse recurso é a matriz energética do mundo).
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