Binário é o epíteto do código Morse, uma vez que se caracteriza precisamente por usar apenas dois signos: um sinal curto e outro longo. São sinais que, além de pulsações elétricas ou eletromagnéticas, podem ser luminosos, sons ou qualquer outra coisa que gere uma dualidade reconhecível. Como já vimos em filmes pessoas batendo as teclas de uma máquina. Mas poderia ser também com assobios. Mas o que diz sobre seu sucesso são justamente as pausas. Mas como? Com um código binário podemos escrever duas mensagens de um solo caractere (0 e 1) e quatro de dois caracteres (00, 01, 10, 11). Ou seja, seis no total; com três caracteres as possibilidades sobem a 14 (2 + 4 + 8), e com quatro, 30 (2 + 4 + 8 +16). Posto que o alfabeto tem 26 ou 27 letras (pensando no ñ ou ç), no código Morse o máximo de pontos e linhas necessários para definir uma letra é quatro. No entanto, com o atual desenvolvimento das comunicações, o código Morse caiu em desuso. Mas não completamente: todos conhecem o sinal de socorro internacional — SOS.
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