Israel é muito questionado pela esquerda por ser tido como uma nação opressora. O engraçado, entretanto, é que a única democracia do Oriente Médio é o país com maior proteção às liberdades individuais da região. "Anos luz" à frente do segundo colocado. E não é atoa que mesmo personalidades gays, como o ex deputado federal Jean Willys, optam por ir a Israel ao invés de Gaza. Eles sabem que, embora no discurso PSOLista o bonito seja falar do movimento palestino, somente Israel é uma pátria segura para os homossexuais no Oriente Médio. Claro que não irão propor ao brasileiro essa reflexão, até porque o que garante votos para o capital político dessa esquerda é falar mal da suposta aliança judaica com o imperialismo Yankee para "dominar o mundo". Falar que o Hamas utiliza crianças de escudo na Faixa de Gaza? Nem pensar. Falar que Israel não é quem ataca primeiro nos conflitos? De jeito nenhum. Enquanto eu sou mal olhado por defender Israel e admirá-lo enquanto nação, a esquerda sorri com seus ídolos totalitários e de mãos sujas de sangue. Sigo, talvez, sozinho. Mas sigo bem
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