"O de cima sobe e o debaixo desce" A música que ficou famosa pelo grupo "As Meninas", continua cada vez mais a comprovar seu ponto. O acúmulo de riquezas que constitui a base de sustentação do capitalismo conservador e liberal tem como alicerce a exploração dos trabalhadores, a diminuição de seus honorários e o ataque perverso a seus direitos. A promessa da reforma das leis trabalhistas não ajudou em nada os ganhos dos trabalhadores e muito menos o número de empregos gerados no país, argumento que serviu como defesa para os apoiadores da reforma. Os números são assustadores, e comprovam a tendência natural do capitalismo: "Um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas revela que depois da tempestade, os 10% mais ricos já acumulam um aumento de 3,3% de renda do trabalho, ou seja, além de superar as perdas, já ganham mais que antes da recessão. Enquanto isso, os brasileiros mais vulneráveis amargam uma queda de mais de 20% da renda acumulada. Se somarmos os últimos sete anos, a renda do estrato mais rico aumentou 8,5% e a dos mais pobres caiu 14%." Depois de dizer aos pobres que a diminuição dos direitos trabalhistas traria benefícios para eles, a vez é dizer que dificultar e piorar suas condições de aposentadoria que vão salvar o país. Quando será que as taxações e restrições vão começar a atingir esses que mais lucram?
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