E o Governo Bolsonaro segue, ao que parece, com uma relação turbulenta mesmo com seus aliados militares. Confesso que ainda fico desconfiado se essas atitudes de mudanças em agentes de primeiro escalão são tomadas efetivamente pelo presidente e sua equipe estratégia (técnica) ou se é conselho de algum de seus filhos, principalmente Carlos Bolsonaro. Será que as mudanças surtirão efeitos práticos positivos? E a relação com os militares? No entendimento de vocês, não anda abalada?
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