=Os asteroides= Corpos celestes misteriosos: asteroides. Muitas vezes essas duas palavras podem trazer medo, remeter à extinção de espécies, ou podem ser motivo de fenômenos maravilhosos que temos a sorte de ver acontecer, de anos em anos. *O que necessariamente é um asteroide?* Asteroides são pequenos corpos celestes que gravitam ao redor do Sol. São abundantes entre as órbitas de Marte e Júpiter. São bastante irregulares em forma e tamanho (apesar de a maioria ser cilíndrica). Os maiores têm cerca de 800 km de diâmetro, e os menores 1 km. A origem é ainda misteriosa para nós: são planetas que teriam explodido? Ou matéria que, desde a formação do Sistema Solar, não conseguiu se condensar? Acontece que temos da história dos asteroides é que são uma ameaça à Terra. Estão nas mitologias como as estrelas que caíram do céu. Embora não necessariamente eram ameaças, agora sabemos que são (risos de nervoso), em especial os rasantes, pois temos os recursos para estudá-los. Um evento foi um de origem chinesa. Conta-se que um tsunami gigante inundou a China no terceiro milênio antes de Cristo, logo depois da queda de uma “estrela”. Pode ter sido o impacto de um meteoro no oceano. Outra lenda é a de Faeton, que queimou diversos países no Mediterrâneo, mais ou menos 1.225 a.C. Mas a história mais conhecida é do fim do Período Cretáceo, quando um asteroide em colisão ao planeta foi o responsável pela extinção dos dinossauros. Ou mais recente, em 1908, quando o impacto de um desses corpos celestes destruiu centenas de quilômetros quadrados da floresta próximo a Tunguska, na Sibéria. Algo similar ocorreu em 13 de agosto de 1930, em Curuçá, Amazonas. São advertências de Hermes, o mensageiro de Olímpio, tais ameaças. Assim designaram os astrônomos o primeiro e mais famoso asteroide rasante dos tempos modernos. Até hoje detectados, o número dos asteroides rasantes é de cinco dezenas. O que cresce numa média de 5 por ano. Com a eventual descoberta desses pequenos planetas passando muito próximo à Terra, hoje em dia há programas de caça aos rasantes, como o Spacewatch e o NEAT (Near Earth Asteroid Tracking). Uma notícia publicada recentemente aqui na comunidade foi sobre uma Conferência de Defesa Planetária, convocada pela Academia Internacional de Astronáutica em Washington, nos EUA, que reuniu pesquisadores para simular como reagir ao cenário fictício criado pela Nasa, a agência espacial americana. Propuseram uma ficção: um asteroide se aproxima rapidamente da Terra. Mede entre 100 e 300 metros e, se atingir nosso planeta, liberará até 800 mil quilotoneladas (800 milhões de toneladas) de energia, provocando uma destruição sem precedentes. Parece um filme apocalíptico, mas a ameaça pode ser real. E os esforços para reverter essas situações é real. *Será que um dia o ser humano será extinto pela colisão de um asteroide?*
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