A corrida armamentista de cyber guerra é talvez o que vá definir a primeira metade do século XXI. Desde campanhas de desinformação, a ataques hackers de fato, as grandes potências vem investindo muito nesse caminho. Esse caso de ataques as redes elétricas que já aconteceram entre Estados Unidos e Rússia acabou suscitando uma discussão sobre a ética desse tipo de tática frente aos danos potenciais a população civil. Já há discussões para criar uma espécie de Convenção de Genebra (tratado que rege as regras de guerra física, definindo os crimes de guerra) para regular o escopo dos ataques cibernéticos. A ideia é extinguir ou minimizar o ataque a áreas sensíveis a sobrevivência e bem-estar da população civil, como a rede elétrica, serviços de emergência, como polícia e ambulâncias, etc.
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