O Ministro do Turismo já deveria ter saído do governo. Não que eu o considere um mau sujeito, mas as suspeitas em torno dele acabam atingindo a gestão Bolsonaro e a própria confiabilidade dele na sociedade. O partido, o presidente e o próprio ministro deveriam perceber isso. Sobre o caso em questão, ainda preciso estudá-lo a fundo. Porém, a princípio parece-me que isso ocorreu em virtude do (que considero) erro legislativo que criou cotas de gênero para o pleito. Nesse sentido, variados partidos tiveram que "lotear" suas candidaturas no intuito de cumprir a legislação eleitoral. Não é absurdo se cogitar que eventual legenda tenha, de fato, colocado candidaturas apenas para preencher requisitos, distribuído dinheiro de fundos e depois, terem devolvido ao partido mediante sobra de campanha. Obviamente, não estou falando que isso foi o que aconteceu com o partido em questão, mas tendo em vista as barreiras colocadas pelo Estado, eu não duvidaria que alguém pensasse assim.
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