Pesquisadores analisaram mais de 11 mil rótulos de diversos produtos encontrados em supermercados nacionais. Eles compararam as três informações nas embalagens: a parte frontal do rótulo (que estampa, geralmente, “zero gordura trans” ou “livre de gordura trans”), a tabela nutricional e a lista de ingredientes, na parte de trás da embalagem. E 30% desses produtos que se rotulavam “livres de gorduras trans”, na verdade, a continham. A nutricionista do Idec Laís Amaral explica que isso é possível por causa de uma “brecha” na legislação brasileira. Apesar de a informação sobre a quantidade de gordura trans ser obrigatória no Brasil, o fabricante pode declarar como zero se o alimento tiver igual ou menos de 0,2 grama por porção.
0 comments
0 comments