=Estou aprendendo a programar= Eu sou fotógrafo e videomaker, e acabo fazendo uma série de trabalhos como freelancer. Já hospedei portfólio e informações em uma série de plataformas, mas depois de alguns anos nessa labuta, cheguei a conclusão de que precisava de um site para chamar de meu. E foi aí que começou minha jornada com a programação. Eu moro numa casa cheia de programadores, e eles já tinham tentado me conquistar pro lado programador da força, mas ainda sem muito sucesso. Nessa perspectiva de querer um site, pensei que podia aproveitar a oportunidade e aprender algo novo, que é sempre legal, então dei o braço a torcer e fui conversar com os amigos programadores sobre um possível caminho. O caminho sugerido foi realmente começar pelo desenvolvimento web. Arrumei um curso introdutório na promoção, e me joguei. Eu ainda estou bem no começo da minha jornada, mas vou contar um pouco de como está sendo, e de repente incentivar alguém a se jogar nessa também. Até agora eu aprendi HTML e CSS, e algumas ferramentas que funcionam dentro dessas linguagens, como o Bootstrap. Aprendi o suficiente já para fazer um site razoavelmente bonitinho. Confesso que foi menos complicado do que eu imaginava. É uma coisa que realmente tem que ir aos poucos, construindo uma base de conhecimento para não te deixar perdido no código. Comparando na minha experiência com outros trabalhos visuais, a maior é diferença é a necessidade de abstrair a lógica das formas que você está criando. É um processo menos intuitivo, e você precisa conseguir saber representar aquilo logicamente, e “matematicamente” por assim dizer, e acho que isso é a maior barreira para quem vem de humanas ou áreas artísticas, mas ela é dá mais medo do que é difícil. Meu próximo passo é o Javascript, pra fechar a tríade do front end. Depois vou dar uma passadinha pelo back end, mas com objetivo de chegar no Python, e me aventurar pelo mundo do Data Science. De todas as áreas que tive contato até o momento, o Data Science me pareceu a mais versátil e mais interessante. A ideia de extrair significado de grandes conjuntos de dados é a coisa mais contemporâneo que eu consigo imaginar, e me dá vontade até de voltar a fazer jornalismo para usar técnicas de data science no processo de apuração. Não acho que eu vá mudar de carreira, pelo menos não tão cedo, mas já tenho visto benefícios desses novos conhecimentos nos meus trabalhos, mesmo que seja só em um forma diferente de pensar.
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