Diante do cenário conjuntural recessivo, que a cada dia tem sido alvo de críticas para o governo de Jair Bolsonaro, a expectativa dos especialistas orientam-se no sentido da manutenção de uma política monetária expansionista, haja vista a necessidade de alavancar o nível de produção econômica nacional. Os indicadores estão pessimistas com relação ao decorrer do ano, números pífios. A situação da elevada taxa de desemprego é o principal termômetro de nossa economia, haja vista que o mercado de fatores de produção e o seu nível de emprego sintetiza e materializa as expectativas com relação ao futuro do nível de consumo. A manutenção dessa política monetária visa reduzir custo creditício, o que tem potencial de aumentar o nível de investimento e consumo da economia. Sabe-se que a questão do crescimento econômico nacional é a principal pauta do governo, que ironicamente tem anunciado a necessidade de aprovação da Reforma Previdenciária como fato sine quo non para esse fim, de alancar a produção. Ironicamente mesmo, pois a Reforma Trabalhista seguiu esse mesmo escopo, como a panaceia que conduziria o país para a geração de mais emprego, mas decorridos dois anos e o nosso desemprego é recorde.
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