A cada dia se confirma o real interesse na aprovação da Reforma da Previdência proposta pelo superministro da economia Paulo Guedes. Inicialmente, observa-se que o pano de fundo, que a justifica, é atender ao interesse do mercado financeiro, na capitalização da previdência (interesse do mercado financeiro), o que viola amplamente a responsabilidade social orientada pela Constituição Cidadã (Constituição de 1988), em termos práticos, é o discurso de responsabilidade fiscal em detrimento da nossa previdência social (previdência, assistência social, assistência à saúde), que é amparada e respaldada constitucionalmente. O discurso da situação baseia-se em reproduzir que a aprovação dessa reforma é determinante para a retomada do crescimento econômico brasileiro, ou seja, a atual situação da nossa conjuntura deve-se à não aprovação do texto encaminhado pelo presidente Jair Bolsonaro. Há pouco tempo, testemunhamos o uso da mesma estratégia, utilizada com a finalidade de aprovação da Reforma Trabalhista. Já se passaram dois anos e nossa taxa é 12,5% de desempregados.
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