Diante da insegurança dos agentes econômicos (famílias, empresas, governos) com relação ao futuro, haja vista o cenário atual caracterizado pela Guerra comercial entre a economia dos Estados Unidos da América EUA e a da China, esses agentes tem realocado recursos entre essas praças financeiras, em aversão aos riscos de perdas, na posse de determinados ativos. A expectativa dos agentes é determinante para o fluxo de capital entre os mercados, tendo em vista a busca por ativos que sejam capazes de convergir maior retorno e menor risco. Ao anunciar o aumento dos índices, podemos inferir que o centro financeiro chinês, apesar de toda onda de incerteza, é capaz de convergir-se o interesse otimizador (maximizar retorno e minimizar risco) dos investidores, dadas as informações disponíveis nos mercados. Em síntese, a segunda economia do mundo, com base nos dados do Produto Interno Bruto PIB de 2018, é bem vista no mercado financeiro, mesmo no contexto de uma batalha geopolítica com a potência americana.
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