Pelo visto as intenções de Donald Trump pelo mundo são grandiosas, ao travar guerras comerciais e anunciar possíveis sanções a algumas nações e por outro lado ao aproximar-se de outras, como ao estabelecer diálogo com a Coreia do Norte. O interesse em manter-se como hegemonia econômica no globo terrestre é evidente. A partir de fatos na esfera econômica, ao aplicar sanções aos “desalinhados às demandas da potência”, a economia do Estados Unidos projeta-se no âmbito geopolítico mundial (não há nenhuma novidade nesse fato), já que passa pelas questões militares, políticas, de estratégias, dos mercados e sobre a posse e uso de recursos naturais. Constatamos um movimento de conformação da geopolítica mundial, que coloca as potências econômicas do globo em lados opostos, o que é decorrente dos avanços da economia chinesa ao longo das últimas décadas, colocando no posto de segunda maior economia mundial (sabemos que não há perfeição por lá), mas há volume, há pesquisa e avanços tecnológicos, há inclusive a possibilidade de abalo da hegemonia americana no mundo, o que coloca Trump como o Messias pelo mundo.
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