Comparação interessante proposta pelo "O Antagonista". Não sei se concordo que o Brasil tem duas independências. Entendo o ponto trazido pelo autor. Ora, 07 de setembro foi uma importante ruptura com os portugueses (embora ainda tenha necessitado tempo para se concretizar em terras tupiniquins). Foi uma conquista. Tornamo-nos donos de nossos próprios destinos, responsáveis pelas escolhas que desenhariam os caminhos da nação. Com Lula, embora eu reconheça a intenção legítima do autor, não sei se concordo. Isso porque o problema, em meu ponto de vista, não é Lula, mas sim o Petismo: a paixão irracional pelo partido e pela sigla. Sim, Lula é o nome mais forte de lá. É inegável. Mas, para se ter uma ideia, não sei se os eleitores (fanáticos) deixariam de votar no partido se o candidato fosse, por exemplo, Fernandinho Beiramar. Digo isso porque a minha percepção é que eles são doentes pela legenda e que independentemente do candidato, o voto será fiel e cego, isto é, direcionado ao Partido dos Trabalhadores. Quando a Justiça prendeu Lula não foi decretada a independencia de nossa prisão ao petismo. Talvez pelo contrário: o radicalismo e a cegueira ideológica de alguns até aumentou.
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