As potências econômicas, Estados Unidos da América EUA e China, em pleno embate comercial desde 2018, atualmente na denominada “Guerra do 5G” tem colocado o mundo globalizado refém de suas decisões, que por ora afetam diretamente o mundo econômico, em seus diversos mercados, ou seja, a alocação de recursos a nível global. Em termos práticos, no que tange à expectativa da política monetária expansionista a ser implementada pelo Federal Reserve FED, tem sido determinante, segundo analistas, para o Banco Central Chinês lançar mão dessa mesma política. Nesse sentido, em termos práticos, quando o Banco central de um país reduz a taxa de juros da economia, ele visa alavancar o nível de atividade econômica, já que os agentes econômicos são incentivados a promoverem maiores taxas de consumo e investimentos produtivos, dada a redução do custo do crédito no mercado. A nível de desempenho do Produto Interno Bruto PIB mundial, pode-se dizer que ele está sendo afetado negativamente pela guerra comercial em curso, o que as levam, isoladamente, a buscarem uma blindagem de suas economias, ao reduzirem o custo do crédito e alimentando assim o nível de atividade econômica positivamente. E assim segue a busca pela hegemonia global, baseada no self-interest Smithiano (here of the Nation).
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